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A arte de doar

            Quando ofertarmos, possuímos.
            Quando recebemos, tornamo-nos devedores.

            A felicidade em poder repartir é sempre maior do que aquela que convida a acumular quando o próximo tem carência.

            A semente que se nega a sucumbir na terra, para desdobrar-se na vida, morre na inutilidade.
            Todavia, a que perece, esmagada no solo, revive com exuberância.

            Toda doação é uma sementeira para o futuro, que a vida se encarrega de multiplicar.

            Há moedas esquecidas que se podem tornar dádivas de importância, tais como a hospitalidade fraternal, a expressão de cortesia, o gesto de amizade, a participação no sofrimento alheio, o sorriso gentil, que não custam dinheiro e, em certos momentos, são mais valiosos do que ele.

            A caridade que se converte em triunfo pessoal naquele que a recebe, é sempre luz inapagável na vida de quem a pratica.

            Vive com otimismo na confiança integral em Deus e distribui alegria por onde passes.

            Não deixes ninguém afastar-se de ti, sem que leve um traço de bondade ou um sinal de paz da tua vida.

            Quem se aproximou de Jesus, nunca mais foi o mesmo, jamais O esqueceu.

Joanna de Ângelis
Momentos de Renovação, pág. 26, psicografado por Divaldo P. Franco
Editora LEAL