Projeto Seara Espírita
Como todo ideal, o Seara Espírita iniciou com um sonho: o desejo incessante de divulgarmos a Doutrina Espírita de uma forma acessível e agradável, mas contínua e responsável, possibilitando compartilhar os esforços de evolução espiritual.
"Compreendamos, assim, que a vossa tarefa na divulgação do Espiritismo é ação gigantesca, de que vos não será lícito retirar a atenção.
Nesse aspecto do assunto, urge considerarmos o impositivo da distribuição eqüitativa e plena dos valores espirituais, tanto quanto possível, a benefício de todos." Bezerra de Menezes*.
Anelávamos, há algum tempo, a criação de um instrumento de divulgação do Espiritismo, intentando junto a companheiros da cidade a criação de um grupo para tal mister. Após verificarmos que não teríamos a equipe necessária, mantivemos os planos arquivados, inclusive com orçamentos de gráficas, e aguardamos o tempo passar...
Em novembro de 1998, alguns trabalhadores nos solicitaram apoio para iniciar a divulgação, ao público, da Evangelização Infantil e de outras atividades do Grupo Espírita Seara do Mestre, na forma de um Boletim, organizado no computador e depois fotocopiado. Ressurgia, assim, o ideal adormecido.
O primeiro número do BIS (Boletim Informativo Seara) estava nas mãos dos freqüentadores já em dezembro de 1998.
Em abril de 1999, para distribuí-lo ao público de uma conferência espírita com Izaias Claro, após momentos de reflexão quanto a nossa responsabilidade e a oportunidade que nos era oferecida, demos significativo passo ao iniciarmos a impressão de 2.000 exemplares na Gráfica Venâncio Ayres.
A equipe inicial começou a sedimentar-se com a participação de Carlos Henrique e Laize Souza, Cláudio Coelho, Marcelo Silveira, Lúbia Amaral, Claudia Schmidt, Luis Roberto Scholl, Letícia Müller e Antonio Augusto Chaves do Nascimento.
A décima terceira edição, em dezembro de 1999, marcou o início do segundo ano, a utilização de cores e a ampliação da tiragem para 5.000 exemplares.
Durante o ano de 2000, enviamos exemplares a todos os Centros Espíritas do Rio Grande do Sul e a diversas instituições, de vários estados do Brasil. Anexo ao BIS, remetíamos uma ficha cadastral, que deveria ser preenchida e devolvida por todos que desejassem recebê-lo gratuitamente.
Diante dos intercâmbios que estabelecemos, das críticas e cartas de retorno, verificamos que havia um espaço que poderia ser ocupado. Ampliamos os contornos do sonho, planejamos, trabalhamos, oramos e tivemos uma orientação de um Amigo Espiritual que incentivou-nos na tarefa.
Em agosto de 2001, na 33ª edição, o BIS transformou-se no periódico Seara Espírita e iniciamos, com a tiragem de 6.000 exemplares, o Projeto Seara Espírita, que consiste em estabelecer parcerias de distribuição com Instituições Espíritas e levá-lo ao maior número de lares possíveis, aumentando gradativamente sua tiragem.
Nesse intento, rompemos a barreira dos 10.000 exemplares em novembro de 2001, passamos a distribuir 15.000 em agosto de 2002, 20.000 em junho de 2004, 30.000 em dezembro de 2005, 40.000 em abril de 2007 e 50.000 a prtir de abril de 2008.
A tarefa ganhou envergadura e, ao mesmo tempo em que percebíamos o contínuo auxílio da Espiritualidade, mais servidores encontravam sua forma de colaborar.
Firmamos contrato de distribuição com a ECT. Aprimoramos a lista de cadastro e emissão de etiquetas. Recebemos a fundamental colaboração da trabalhadora espírita e jornalista Cláudia Elisabeth Ramos.
Com os custos aumentando a cada mês, definimos um planejamento estratégico para a estruturação financeira, enviando exemplares como cortesia, durante alguns meses, a cada novo Centro Espírita catalogado, juntamente com uma carta convidando-os à participação no Projeto.
Incluímos cupom para assinaturas e assinaturas presente.
E continuamos a trabalhar e a sonhar... agora com muitos irmãos unidos no ideal por todo o Brasil.
Nossa gratidão pela sua participação e divulgação do Seara Espírita, continuemos juntos.
Obrigado Jesus, pela oportunidade de aprender servindo.
Santo Ângelo, RS
*Fonte: Psicografia de Francisco Cândido Xavier, no livro "Bezerra de Menezes, Ontem e Hoje" (Feb)